Não há quem aguente tanta bazófia, mas o basofo não para (do verbo parar, acordo ortográfico) jamais de se vangloriar, ele não vive sem as basofarias.
Pode usar tranquilamente, mesmo se não encontrar a palavra nos dicionários “puristas”, mas ela existe no nosso português (nossa língua, nosso jeito). É decorrente do crioulo? Pode ser. Mas por isso não deixa de ser também portuguesa. Afinal, quantos são os estrangeirismos possíveis na nossa língua?
Seguindo o exemplo de Germano Almeida:
“Eu mesmo não ouvi metade das basofarias que lá foram largadas” (O Meu Poeta, p. 94).
Basofaria: vaidade, ostentação, gabo, orgulho, altivez.